IBOPE revela que consumo de livros e publicações impressas movimentará R$ 7,18 bilhões este ano

13 Oct

Sudeste responde por 57,9% do total a ser vendido no País

O sucesso da Festa Literária de Paraty (Flip), que deve reunir milhares de pessoas até o dia 10 de julho, encontra respaldo em pesquisas para mostrar tanto interesse por literatura.

O IBOPE Inteligência, por meio da ferramenta de dimensionamento de mercado Pyxis Consumo, mostra que a demanda por livros e publicações impressas é alta no país.

De acordo com a pesquisa, este ano o brasileiro gastará R$ 7,18 bilhões para comprar livros e publicações impressas.

Potencial de consumo por região
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Somente o Sudeste será responsável pelo consumo de 57,9% dos livros e publicações impressas comercializados no país.

Cada habitante dessa região gastará, em média, R$ 55,08 por ano com esta categoria de produto.

A segunda região do País que mais compra estes produtos é a região Sul, responsável por 15,28% do consumo. O gasto per capita nessa região é de R$ 46,7.

Potencial por classe


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Juntas, as classes A e B são responsáveis por 73,12% dos gastos com livros e publicações impressas. Representando 50,35% dos domicílios brasileiros, a classe C responderá por 22,94% do consumo nacional.

Para Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do IBOPE Inteligência, o consumo dessa categoria de produtos ainda se concentra muito nas classes A e B.

“O grande desafio do setor editorial é fazer esse consumo crescer na classe C, que já tem acesso à informação pela internet, mas nem tanto pelos impressos”, explica Ruótolo.

Potencial por classe e região (em R$ bilhões)


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Sobre o Pyxis Consumo

O Pyxis Consumo é um sistema de informação que apresenta o potencial de consumo (demanda) por grupo de produtos de todos os municípios brasileiros.

Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre os 21 setores disponibilizados, as quatro classes socioeconômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.

 

Publicado originalmente em: IBOPE, 05/07/2011

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NineHub: Moodle Grátis Para Todos

14 Jul

Uma ótima notícia para quem achava difícil ter o seu próprio Moodle. O Ninehub é um servidor dedicado exclusivamente à hospedagem grátis desse famoso LMS. Não é preciso instalar nada, basta criar uma conta e em poucos segundos você terá um Moodle somente para você ou sua empresa com todas as fucionalidades: escolha seu modelo preferido e instale o pacote de idiomas tudo como se estivesse operando a partir do seu próprio servidor. Como se isso já não fosse suficiente, a hospedagem NÃO TEM LIMITE de espaço em disco ou largura de banda.

Fantástico!!!! Cria agora mesmo a sua conta em http://ninehub.com/
Postado originalmente em: Web para educadores, 11/08/2008
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Só há bom FUTURO se houver boa EDUCAÇÃO

07 Jun

Maio foi um mês especial para a Educação. Começamos com a polêmica da cartilha da professora Heloisa Ramos, distribuidos a mais de 480 mil estudantes do programa de Educação de Jovens e Adultos. Procurando por “cartilha +mec +erros +portugues” no Google, o que limita, de certa forma, a pesquisa, surgem nada mais nada menos do que 35.000 ocorrências.

O melhor de tudo foi a visibilidade dada à imprensa sobre a preocupação com a Educação. Embora quem, detidamente, tenha acessado o material tenha opiniões diferentes do que foi amplamente noticiado, o resultado foi uma ampla discussão sobre a função da educação.

QUEM PROCURA PELA EDUCAÇÃO
BUSCA ASCENSÃO SOCIAL

O maior problema deste episódio é documentar, em um material impresso dedicado ao ensino, os erros de português em questão. Pode haver uma confusão dos alunos com relação ao que deve ser aprendido, uma vez que os erros efetivamente estão lá, por escrito.

YOUTUBE – Outro alerta sobre a educação veio de um vídeo protagonizado pela professora Amanda Gurgel, em audiência pública sobre o cenário da educação no Rio Grande do Norte. Seu discurso a levou, entre outras aparições, a participação no programa Domingão do Faustão, um entre os de maior audiência na TV Brasileira.

Em dado momento, e relembra o comentário da Secretária da Educação: “não vamos falar da situação precária da educação, porque isso a gente já sabe” e a professora indaga “como assim? Gente, estamos banalizando isso aí”.

O que os dois fatos têm em comum? Justamente a questão da BANALIZAÇÃO. Estaremos nos conformando com a idéia de que a educação não tem jeito? Estaremos compactuando com os erros de português da população – para não correr risco de incorrer em um tal de “preconceito linguístico?”, colocando a língua como um embate entre a classe dominante e a dominada? – pois a maioria fala errado e assim estaria bom?

Talvez o que falte em nosso país seja CULTURA. A falta de cultura em incentivar, em colocar como prioridade, em desenvolver a EDUCAÇÃO.

Pela Educação de Qualidade, já. Pelo incentivo à melhorar em todos os sentidos – financeiro, econômico, social, educacional, enfim, por uma vida com mais dignidade. Que os Brasileiros acordem e passem a agir como cidadãos de primeira, como efetivamente são.

E que seja um orgulho dizer: Sou Brasileiro e não desisto nunca. E que se acrescente: Não desisto nunca de lutar pelo melhor na minha vida, de sair da mediocridade, vencer e estar sempre entre os vencedores.

Rodolfo Nakamura
Editor

 

Em Tempo: Eu estava me esquecendo… recentemente, descobriu-se também erros graves em cartilhas de matemática. Olha aí o risco de preconceito matemático vindo à tona!

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Facebook cria ferramentas de combate ao ciberbullying

10 Mar

Em conferência na Casa Branca, rede social anuncia opção de notificação direta a infratores e possibilidade de incluir fiador à denúncia.

O Facebook anunciou que vem trabalhando em um conjunto de ferramentas para proteger o usuário de ações de intimidação (bullying) e criar uma “cultura de respeito”, informou o Mashable nesta quinta-feira (10/3).

O anúncio foi feito durante conferência para prevenção de bullying organizada pela Casa Branca em Washington, capital dos Estados Unidos, e que teve a presença do presidente Barack Obama.

“O Facebook defende uma cultura de respeito de várias formas”, afirmou a rede social, em sua página voltada a segurança. “Por exemplo, nós exigimos que as pessoas usem seus nomes e identidades reais, para que possam responder por suas ações.”

Segundo o Facebook, até então os usuários podiam alertar o site diretamente sobre ações de intimidação ou que violassem seus termos de uso. Agora, no entanto, a rede social vai oferecer a opção de enviar uma mensagem particular ao autor do conteúdo ofensivo.

E, se decidir informar diretamente o Facebook, o usuário poderá incluir como referência uma figura de autoridade reconhecida, como pai, mãe ou professor, como contato do informe de incidente.

“É nossa esperança que recursos como esses ajudem não apenas a remover o conteúdo ofensivo, mas também ajudar as pessoas a chegar à raiz do problema. Nós temos testado e melhorado a denúncia social nos últimos meses e em breve ela estará disponível globalmente”, detalhou o site.

Atualmente, a possibilidade de denunciar conteúdo está disponível para fotos e publicações no mural. O site planeja estender a funcionalidade a perfis, grupos, páginas e eventos “em breve”, informou.

O Facebook também vai atualizar seu Centro de Segurança com vídeos educativos e conteúdos de especialistas reconhecidos, além de material que poderá ser baixado e utilizado em debates e discussões.

Países como o Reino Unido também buscam atuar com mais rigor no combate ao bullying. A polícia britânica divulgou no fim de fevereiro que vai atuar de forma mais firme no combate ao ciberbullying, especialmente os praticados em redes sociais. Entre as medidas a serem adotadas estão a notificação do acusado e de sua família.

Publicado originalmente em: IDG Now!, 10/03/2011

 

 

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Gilberto Dimenstein: “Educamos por uma única razão: para formar cidadãos autônomos”

21 Jan

Governo, OEI e Fundação SM divulgam vencedores do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos 2010

“Um cidadão só é autônomo quando conhece e exercita seus Direitos Humanos”. Assim o jornalista Gilberto Dimenstein abriu sua fala na cerimônia de entrega do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos 2010 (PNEDH), ocorrida na quinta-feira, 18 de novembro, em Brasília. “Nesse contexto”, prosseguiu, “os professores detém uma função prioritária para a sociedade: compartilhar conhecimento para fazer as pessoas livres. Estou convencido de que a próxima era será a dos educadores”.

Nessa noite, a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) para a Educação, a Ciência e a Cultura e a Fundação SM anunciaram os vencedores da segunda edição do PNEDH. Foram entregues R$ 100 mil em prêmios aos vencedores, sendo que os cinco projetos que conquistaram o primeiro lugar receberam um aporte de R$ 15 mil para apoio e manutenção dos mesmos. Os segundos colocados foram premiados com R$ 5 mil.

O júri concedeu, também, uma menção honrosa ao Projeto Inclusive, de Porto Alegre (RS), coordenado pelo professor Lucio Carvalho.

Governos investem em conscientização

O projeto Por uma Educação libertadora e igualitária obteve a primeira colocação na categoria As Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos. É do município de Embu (SP) e representa o contínuo trabalho formativo e educativo necessário para uma ação em educação e Direitos Humanos nas Secretarias de Educação. Em parceria com a Universidade e o Centro de Referência da Mulher, a Secretaria de Educação de Embu das Artes elegeu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e do Adolescente como documentos fundamentais para a multiplicação de ações realizadas nas escolas de todos os níveis de ensino e no Movimento de Alfabetização da cidade.

O segundo colocado, nesta categoria, foi o projeto Programa Comunidade Escola: o espaço da gente, de Curitiba (PR), que busca contribuir nas ações públicas que visam à garantia dos Direitos Humanos pela via do pleno desenvolvimento da pessoa, de seu preparo para o exercício da cidadania e de sua qualificação para o trabalho. O programa mantém as escolas da Rede Municipal de Ensino abertas para a comunidade também em todos os fins de semana e períodos de recesso escolar e férias.

Projetos levam o debate para a sala de aula

A categoria A Educação em Direitos Humanos na Escola concede prêmios de 1ª e 2ª lugar para escolas públicas e particulares separadamente. O primeiro lugar entre as escolas públicas foi Identidade e inclusão social, criado pela Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação. É desenvolvido no Rio Grande do Sul, e provoca os estudantes do Ensino Médio a analisarem de que forma algumas instituições (como, por exemplo, a mídia) atuam como pedagogias culturais e que identidades têm sido privilegiadas em suas representações. Nesse sentido, procura-se mostrar as implicações das representações culturais na constituição das identidades dos sujeitos e, principalmente, as consequências da construção de estereótipos.

O segundo colocado foi Homofobia, lesbifobia, transfobia no contexto escolar, de Pernambuco, desenvolvido a partir de situações de violência e discriminação contra estudantes que se declaravam homossexuais, gays, lésbicas e travestis. Assim, os professores da Escola Estadual Polivalente situada em Abreu e Lima, região metropolitana do Recife, uniram-se para desenvolver um trabalho voltado para a sexualidade com objetivo de desmistificar mitos e tabus, discutir as situações de violência e preconceito que estavam ocorrendo na escola junto a toda comunidade escolar (professores, alunos, pais, grêmio estudantil, associações, entidades religiosas e outras).

Na mesma categoria, o primeiro colocado entre as escolas privadas foi o trabalho Um Ayê Nagô, um educador para a igualdade racial, também da região de Pernambuco, produzido pela Escola de Educação Básica – Fundação Bradesco. O projeto teve início com debates em sala de aula com os alunos do 9º ano que se mostraram resistentes à discussão etnicorracial e não se reconheciam como descendentes de africanos. A escola estimulou que os alunos realizassem pesquisas e compartilhassem em sala, por meio de seminários, os resultados obtidos. Os alunos foram também desafiados a elaborar um vídeo documentário utilizando os resultados de suas pesquisas e a relação com a história de Olinda, Pernambuco.

Já o segundo lugar foi concedido ao Projeto Acessibilidade do SENAI/SC, de Joinville, que teve início no ano de 2007 com a notícia de que no ano seguinte a instituição receberia um estudante com deficiência visual e com a percepção de que a instituição não tinha preparo ou material adequado para recebê-lo. Formou-se uma equipe que identificou os dois problemas principais para a falta de acessibilidade nas escolas profissionalizantes: a escassez de recursos e materiais didáticos adaptados e a falta de formação do corpo docente.

Universidade mobilizada na defesa dos direitos humanos

Na terceira categoria, A Formação, a Pesquisa e a Extensão Universitária em Educação em Direitos Humanos, venceu o projeto Educação do campo e Direitos Humanos, de Belém do Pará, que tem o objetivo de promover a formação de educadores populares para atuarem na alfabetização de jovens e adultos no interior, em comunidades rurais ribeirinhas, a fim de propiciar um debate sobre a realidade dessas populações e da Amazônia.

Como segundo colocado, premiou-se o Projeto Educadores para a paz: formação e promoção em Direitos Humanos e cidadania, de Belo Horizonte (MG), um projeto de extensão desenvolvido com os cadetes do segundo ano do Curso de Bacharelado em Ciências Militares. O objetivo é de que os cadetes possam, além de conhecer iniciativa em Direitos Humanos, participar efetivamente da construção de ações sociais com o propósito de desvelar preconceitos e aprender por meio da prática da cidadania na função policial militar.

Concurso abre espaço para iniciativas da sociedade civil

Formação em Direitos Humanos no Espírito Santo é o primeiro colocado da categoria Sociedade na Educação em Direitos Humanos. Essa categoria é uma importante novidade apresentada em 2010: uma categoria para instituições de educação não formal, na qual ONGs, entidades civis, instituições sociais, empresas públicas e privadas e setores de educação e cultura também puderam participar.

O projeto é do Espírito Santo e descreve as atividades pedagógico-educativas no campo dos Direitos Humanos, realizadas nesse estado para organizações da sociedade civil. São ações formadoras que respondem ao desafio de uma dinâmica social de luta pelos Direitos Humanos na região, compreendendo-se a importância da educação e do esclarecimento sobre o complexo conceitual e temático dos direitos.

Nessa categoria, o segundo lugar ficou com o V Curso Cidadania e Direito à Educação – formando defensores do direito à educação, desenvolvido em São Paulo. Tem como objetivo difundir o direito à educação e promover sua exigibilidade jurídica desde a perspectiva dos Direitos Humanos, a ampliação de suas garantias materiais e processuais e a formação e mobilização de atores do sistema de garantias de direito.

Convidados ilustres marcam a cerimônia de entrega dos prêmios

A cerimônia do PNEDH contou com a participação de Gilberto Dimenstein, jornalista, colunista e fundador da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), como mestre de cerimônias. Também estavam presentes o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o secretário André Lázaro, representando o Ministro de Educação, a diretora da OEI no Brasil Ivana Siqueira e a gerente da Fundação SM no Brasil, Rosângela Rossi. O evento também contou com a presença da socióloga Margarida Genevois.

O PNEDH é realizado pela OEI, em parceria com a Fundação SM, o Ministério da Educação e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Criado em 2008, em comemoração aos sessenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ele busca consolidar um espaço para debate, mobilização social e desenvolvimento de programas e projetos de defesa, respeito, promoção e valorização dos Direitos Humanos no ambiente educacional do país.

Com edição bienal, o prêmio recebe inscrições de todo o Brasil. Neste ano, o total de trabalhos inscritos foi de 228, sendo a maioria deles advindos da região Sudeste, que reúne 93 trabalhos. A região Norte do país contou com 7 projetos, 39 são do Nordeste, 41 do Centro-Oeste brasileiro e 48 do Sul.

Rodolfo Nakamura
prsscnslt

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Farol do Forte na Conbrass

19 Oct

A Farol do Forte editora está divulgando os dois volumes do livro “Fronteiras da Auditoria em Saúde” na CONBRASS – Congresso Brasileiro de Auditoria em Sistema de Saúde -, que está ocorrendo de 21 a 23 de outubro, no Hotel Praia Centro, em Fortaleza, Ceará.

Temas como as questões legais e regulatórios da medicina, a relação entre prestadoras e operadoras, qualidade de vida, novos tratamentos, além dos aspectos relacionados  diretamente à auditoria aplicada em saúde fazem parte do temário do Congresso.

O Congresso reconhece o trabalho científico a partir do Prêmio Conbrass 2010, em que os trabalhos são julgados pela Comissão Científica do congresso, e a seção Poster.

A Farol do Forte, além dos dois volumes, também levou “Auditoria em Enfermagem” e “Auditoria Médica”, ambos da Iátria Editora, oferecendo um contato intenso dos congressistas com as publicações focadas no tema.

SERVIÇO

CONBRASS – Congresso Brasileiro de Auditoria em Sistemas de Saúde
De 21 a 23 de outubro de 2010

Praia Centro Hotel
Rua Monsenhor Tabosa, 740
Praia de Iracema – Fortaleza/CE

Informações: www.conbrass.com.br

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Faculdade Santa Marcelina debate posicionamento do Brasil em Semana de Relações Internacionais

18 Oct

SÃO PAULO - A FASM, Faculdade Santa Marcelina, promoverá entre os dias 19 e 22 de outubro, às 19h30, a XIII Semana de Relações Internacionais: O Brasil no Mundo Atual: Interseções. O evento acontece na sede da FASM, no Campus Perdizes (R. Dr. Emílio Ribas – 89)

De acordo com Moisés da Silva Marques, coordenador do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, o evento tem como objetivo analisar o posicionamento do Brasil no mundo. “A semana discutirá o panorama político no Brasil, os desafios da política interna e externa e como o país vende sua marca no exterior. Queremos olhar o momento atual do país e seu posicionamento na política internacional”, analisa.

No primeiro dia de debates, o tema será o reflexo do governo Lula na política internacional; enquanto o segundo abordará a visão global sobre a cultura brasileira. O terceiro dia será destinado à marca Brasil no exterior; já o último dia terá como tema os direitos humanos.  “Pretendemos passar para alunos e todos os que participarem da semana uma visão global de que forma o país se insere no mercado e na política global, qual o seu posicionamento estratégico”, completa Marques.

O evento será gratuito e aberto ao público, sem a necessidade de inscrição prévia. Após o final do fórum, os participantes recebem um certificado de participação.

Confira abaixo a programação do evento:

19 de outubro (terça-feira):

O Brasil pós-Lula: Desenvolvimento e Inserção Internacional

Moisés Marques (FASM)

Wagner Iglecias (EACH – USP)

Flávio Rocha (FASM e FESPSP)

Cláudio Couto (FGV/SP)

20 de outubro (quarta-feira)

Cultura brasileira a Interculturalidade

Caroline Freitas (FASM e FESPSP)

Mariana Barros (Differänce Consultoria)

Sven Dinklage (CCEURO – Americano)

21 de outubro (quinta-feira)

Marca Brasil e Marcas do Brasil

Reinaldo Batista (FASM)

Geni Rodio Ribeiro (ABIT)

22 de outubro (sexta-feira)

O Brasil e os Direitos Humanos

Gilberto Rodrigues (FASM e UniSantos)

Dimas Duarte Júnior (PUC de Goiás)

Fernando Fernandes da Silva (UniSantos)

Simone Lavelle Godoy de Oliveira (CODESP)

Serviço:

XIII Semana de Relações Internacionais – Faculdade Santa Marcelina:

O Brasil no Mundo Atual: Intersecções

Local: Faculdade Santa Marcelina – Unidade Perdizes (R. Dr. Emílio Ribas – 89 | Perdizes | São Paulo | SP | Sala 207 | 2º andar)

Data: 19 a 22 de outubro de 2010 – às 19h30

Participação: Aberta ao público

Preço: Grátis

Rodolfo Nakamura
Com informações da FASM

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Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSCar recebe inscrições até 18 de outubro

07 Oct

Vagas são oferecidas para os cursos de mestrado e doutorado

O Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe, até o dia 18 de outubro, inscrições no processo seletivo 2011 para os cursos de mestrado e doutorado. A área de concentração do Programa é “Estudos Linguísticos” e as linhas de pesquisa são “Ensino e Aprendizagem de Línguas (Estrangeira e Materna)”, “Linguagem e Discurso” e “Linguagem Humana e Tecnologia”.
Para inscrever-se é necessário entregar a documentação exigida no Edital na Secretaria do PPGL, localizada no edifício do Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH), na área Sul do campus São Carlos. Os documentos também podem ser enviados pelo Correio com data de postagem até 18 de outubro. A documentação necessária pode ser consultada no endereço www.ppgl.ufscar.br.

A primeira etapa do processo seletivo consiste na conferência dos documentos entregues pelos candidatos e na avaliação do projeto de pesquisa. A prova escrita será aplicada no dia 16 de novembro e no dia 17/11 os candidatos fazem o Exame de Proficiência em Língua Estrangeira. Todas as etapas têm caráter eliminatório e a divulgação dos resultados, com indicação dos locais onde será realizada a Defesa oral do projeto, acontece no dia 18 de novembro e poderá ser consultada no site do PPGL. A quarta e última etapa consta da defesa oral do projeto e será realizada no dia 19 de novembro. A divulgação do resultado final do processo seletivo será no dia 29/11.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ppgl@ufscar.br ou pelo telefone (16) 3351-8360.

Rodolfo Nakamura
Com informações da UFSCAR

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FEI abre inscrições para o processo seletivo

06 Oct

Inscrições podem ser feitas até 30 de novembro; provas serão aplicadas nos dias 4 e 5 de dezembro, às 8h30, nos campi São Bernardo do Campo e São Paulo

O Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) receberá até 30 de novembro inscrições para o processo seletivo do primeiro semestre de 2011. O concurso oferece 2.016 vagas para os cursos de Engenharia, Ciência da Computação e Administração e as provas estão agendadas para os dias 4 e 5 de dezembro. Do total de vagas, 1.296 são para o curso de Engenharia (diurno e noturno); 80 para Ciência da Computação (noturno); 240 para Administração (noturno) no campus SBC; e 400 vagas para o curso de Administração (matutino e noturno) campus São Paulo. A taxa de inscrição é de R$ 50 (pela Internet) ou R$ 60 (nas secretarias dos campi).

INSCRIÇÕES - As inscrições devem ser feitas via Internet ou nas secretarias dos campi: SBC (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3972, bairro Assunção) ou São Paulo (rua Tamandaré, 688, bairro Liberdade, SP). Nas secretarias, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h30, o candidato deve apresentar a ficha de inscrição em formulário próprio encontrado nos locais de inscrição, recibo de depósito da taxa de inscrição paga em qualquer agência bancária no valor de R$ 60, cópia da cédula de identidade, acompanhada do original, que será devolvido após imediata conferência, e número de inscrição e ano de realização do ENEM para candidatos interessados que a nota do exame seja utilizada.

Quem optar pela Internet deve preencher a ficha de inscrição no site www.fei.edu.br inclusive com os dados sobre o ENEM, gerar o boleto e efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 50, em qualquer agência bancária. Depois, o candidato deve imprimir o comprovante de inscrição após dois dias úteis da data do pagamento da taxa, quando a mesma tiver sido validada.

PROVAS - As provas serão realizadas nos dias 4 e 5 de dezembro (sábado e domingo), às 8h30, no campus SBC (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3972, bairro Assunção), para os cursos de Engenharia, Ciência da Computação e Administração/SBC, e campus São Paulo (rua Tamandaré, 688, bairro Liberdade, SP), para o curso de Administração/SP.

Os candidatos podem obter mais informações no site www.fei.edu.br/processo seletivo/perguntasfrequentes, ou pelos telefones: 0800-0190288; (11) 4353-2900, ramais 2152, 2153, 2020, 2028 ou 2082 – campus São Bernardo do Campo, ou (11) 3207-6800, ramais 240, 241, 242 e 213 – Campus Liberdade. Confira as vagas:

ENGENHARIA – diurno – campus SBC – São 792 vagas nas habilitações Automação e Controle, Civil, Elétrica com ênfase em Eletrônica, em Computadores e em Telecomunicações; Materiais; Mecânica; Mecânica com ênfase em Automobilística; Produção, Química e Têxtil. Os cursos de Engenharia, diurno, têm duração de cinco anos.

ENGENHARIA – noturno – campus SBC – São 504 vagas nas habilitações Elétrica, com ênfase em Eletrônica e em Telecomunicações; Mecânica; Mecânica com ênfase em Automobilística e Produção. A duração dos cursos noturnos de Engenharia é de seis anos.

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO – noturno – campus SBC – 80 vagas. Duração de quatro anos.

ADMINISTRAÇÃO – noturno – campus SBC – 240 vagas. Duração de quatro anos.

ADMINISTRAÇÃO – matutino e noturno – campus São Paulo – 80 vagas período matutino e 320 vagas noturno. Duração de quatro anos.

Rodolfo Nakamura
Com informações da FEI

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Conheça o processo seletivo da FAAP

05 Oct

Faculdade particular introduz um sistema diferenciado de seleção que dispensa o vestibular e é mais complexo do que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)

O aluno pode iniciar o Processo Seletivo Contínuo desde a 1ª série do Ensino Médio. Assim, coleta-se a média de três exames (1ª série, 2ª série, 3ª série) para o ingresso na Faculdade, e não mais de um único exame, no final do curso.

Portanto, o Processo Seletivo Contínuo substitui o dia fatídico, episódio único responsável pelo sucesso ou insucesso do estudante, por um processo contínuo, que avalia, gradativamente, o desempenho do aluno.

Elimina-se a pressão psicológica e a tensão. Qualquer acidente de percurso, um resultado desfavorável em uma das provas, por exemplo, não é definitivo, é possível a recuperação, já que os exames são realizados ano a ano.

Nada impede que o aluno que não tenha participado na Etapa Inicial (1ª série), inicie o Processo na 2ª série (Etapa Intermediária).

Trata o Exame de Seleção como um Processo Contínuo:

Exames no final da 1ª série, da 2ª série, da 3ª série ® resultado: ingresso à Faculdade

Não trata o Exame de Seleção como uma ruptura:

Ensino Médio > Recapitulação > Exame > resultado: ingresso à Faculdade

A cada ano, o desempenho obtido pelos alunos é enviado para a Escola – mais uma orientação sobre o aproveitamento obtido, indicando potenciais e dificuldades, que podem orientar o aluno.

O objetivo é avaliar a capacidade de o aluno, com justiça, permitindo o ingresso dos mais capazes e esforçados como também capacitá-lo a prosseguir em sua formação continuada ao longo da vida – de modo compatível com as exigências do mundo moderno, em contínua transformação.

A FAAP implantou o Processo Seletivo Contínuo em 1997, e já constatamos melhores resultados, verificáveis no desempenho desses estudantes quando estão na Faculdade: na redução dos índices de evasão e de  repetência e crescimento do índice de estágios: maior empregabilidade.

Quem pode participar

Etapa Inicial – (1ª Etapa) Quem  está cursando a 1ª série do Ensino Médio: prova com o conteúdo programático limitado à 1ª série; podendo  cursar a Faculdade a partir de  fevereiro/2013

Etapa Intermediária – (2ª Etapa) Quem está cursando a 2ª série do Ensino Médio: prova com conteúdoprogramático limitado à 2ª série; podendo cursar a Faculdade a partir de fevereiro/2012.

Rodolfo Nakamura
com informações da FAAP

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